Animais de Companhia

Centro de Recolha Oficial de Animais de Companhia de Porto de Mós já está em construção

Centro de Recolha Oficial de Animais de Companhia de Porto de Mós já está em construção

As obras de construção do Centro de Recolha Oficial de Animais de Companhia (CRO) de Porto de Mós, em Leiria, já arrancaram. Com um investimento global estimado em 188 596 euros, as obras deverão estar concluídas até ao final deste ano.

Numa nota enviada às redações, o município explica que a construção do novo CRO cumpre com o objetivo de “promover o bem-estar animal e assegurar a segurança e a tranquilidade das populações, sensibilizando para o respeito dos direitos dos animais. O centro de recolha permitirá o alojamento dos animais capturados, contribuindo para garantir, do ponto de vista sanitário, a vigilância de zoonoses graves, como é o caso da raiva e o controlo da propagação de outras como leishmaniose, equinococose/hidatidose, sarnas e tinhas”.

Centro de Recolha Oficial de Animais de Companhia de Porto de Mós já está em construção

Com um único piso, o novo Centro de Recolha Oficial de Animais de Companhia de Porto de Mós localiza-se na Zona Industrial de Porto de Mós e contará com uma sala de enfermaria, uma sala de cirurgia, uma sala de recobro, um gabinete médico, três instalações sanitárias, incluindo um duche, um gabinete de receção e administração, um armazém de materiais de captura e alimentação, 17 celas para cães, 15 celas para gatos (em gaiola), dois compartimentos para outras espécies, duas celas para isolamento ou quarentena, uma cela para fêmeas com ninhadas e uma área para higienização dos animais dotada de água quente. O CRO contará, ainda, com diversas áreas exteriores que permitirão garantir a existência de condições para melhorar a qualidade de vida animal, revela ainda o Município de Porto de Mós.

A autarquia refere ainda que esta infraestrutura será complementada com a criação de um programa de adoções responsáveis como estratégia para o controlo de animais errantes. Recorde-se que em 2018 entrou em vigor a legislação que proíbe o abate de animais em canis como forma de controlo populacional, medida que tem exigido dos CRO vários investimentos e que levou o Governo a avançar com uma linha de financiamento às autarquias.