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Médicos Veterinários

FMV-ULisboa inicia residência alternativa em Bem-Estar Animal com selo europeu

FMV-ULisboa inicia residência alternativa em Bem-Estar Animal com selo europeu Direitos Reservados

A Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade de Lisboa (FMV-ULisboa) iniciou, em maio de 2026, uma residência alternativa em Bem-Estar Animal, nas áreas de Ciência, Ética e Legislação, aprovada pelo Colégio Europeu em Bem-Estar Animal e Medicina do Comportamento.

De acordo com o comunicado de imprensa, a médica veterinária Maria Francisca Ferreira torna-se a primeira mulher portuguesa a frequentar um programa europeu de residência nesta área.

 

O programa é coordenado por Manuel Sant’Ana, Professor Auxiliar da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade de Lisboa e Especialista Europeu em Bem-Estar Animal. A residência conta com a coorientação de Pol Llonch Obiols, investigador da Faculdade de Veterinária da Universidade Autónoma de Barcelona e também Especialista Europeu em Bem-Estar Animal, e de Alexandre Azevedo, Professor Auxiliar da Escola Universitária Vasco da Gama e primeiro residente português em Bem-Estar Animal.

O programa foi estruturado em paralelo com um projeto de doutoramento europeu em ciências veterinárias pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, orientado por Madalena Vieira-Pinto, Especialista Europeia em Saúde Pública Veterinária. A equipa de supervisão inclui ainda a médica veterinária Joana Pereira, residente em Medicina do Comportamento do ECAWBM.

 

A residência assenta numa abordagem multidisciplinar ao bem-estar animal, articulando ciência, ética, investigação aplicada em produção animal, saúde pública veterinária e políticas europeias de bem-estar animal.

O projeto procura desenvolver metodologias de avaliação integradas que permitam relacionar indicadores observados em matadouro com condições de vida e maneio ao longo do ciclo produtivo das porcas reprodutoras.

 

Segundo a informação disponibilizada, esta abordagem envolve desafios científicos, éticos e regulatórios, exigindo competências em avaliação comportamental, epidemiologia, interpretação da legislação europeia e análise ética de sistemas de produção animal.

A formação incluirá ainda exposição prática a diferentes espécies e contextos, incluindo animais de companhia, equinos, animais selvagens, animais de laboratório e aquacultura.

 

 

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