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Alterações Cerebrais em Geriatria

Hospital Veterinário Central com 11 transplantes renais bem-sucedidos

As mudanças comportamentais, perdas sensoriais (visão e/ou audição) ou de mobilidade são frequentes nos animais geriátricos e muitas vezes são desvalorizadas pelos proprietários e médicos veterinários, sendo encaradas como parte do processo natural de envelhecimento.

Como estabelecer a fronteira entre o que é normal na velhice e uma disfunção importante ou preocupante?

João Ribeiro analisa esta questão no artigo sobre Alterações Cerebrais em Geriatria, publicado no site http://referenciaveterinaria.net/?p=924

 

O artigo analisa as mudanças comportamentais sofridas pelos animais geriátricos e enumera as principais etiologias das doenças cerebrais em geriatria. “Qualquer animal geriátrico com suspeita de doença neurológica deve fazer análises sanguíneas, radiografia torácica e ecografia abdominal. Estas provas podem ajudar na investigação da queixa neurológica (e.g. hipoglicémia, testes genéticos, metásteses pulmonares, neoplasia abdominal) e serão também úteis em conjunto com a avaliação cardiovascular na eventualidade de anestesia geral para a realização de exames de imagem”, refere o médico veterinário.

Um exame neurológico pode determinar se existe envolvimento cerebral e os dados da história irão ajudar a perceber se se trata de um quadro agudo não progressivo (traumatismo, lesão vascular), agudo progressivo (inflamação, neoplasia), progressivo de evolução crónica (neoplasia, doença degenerativa, inflamação), ou se a intensidade dos sinais parece oscilar (doenças metabólicas).

 
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