A inteligência artificial (IA) entrou pelas casas dos tutores, mas também pelo consultório dos médicos veterinários. Atualmente são várias as apps disponíveis que procuram aliviar a carga burocrática dos profissionais, almejam facilitar a comunicação entre veterinários e tutores e se apresentam como ferramentas de apoio à decisão clínica. A VETERINÁRIA ATUAL foi conhecer um pouco melhor três destas soluções, de origem portuguesa – VetFala, Maven 24/7 Pet Care e Lumivis – e mostra-lhe as potencialidades de cada uma.
Gravar as consultas e converter os áudios em relatórios clínicos estruturados, de forma automática e imediata foi a necessidade prática que impulsionou a criação da VetFala, explica a fundadora da app, Maria Carolina Gomes. Isto porque, diz, “a burocracia ocupa tempo que deveria ser dedicado aos animais, além de gerar uma carga mental constante associada à necessidade de memorizar informações de clientes e pacientes”.
Embora tenha iniciado o seu percurso académico em medicina veterinária, acabou por seguir engenharia informática, encontrando na VetFala a oportunidade de unir as duas áreas. A experiência prévia em estágios de ambulatório, sobretudo com equinos e grandes animais, permitiu-lhe observar de perto as condições exigentes em que muitos veterinários trabalham: ambientes caóticos, ao ar livre, frequentemente com fraca conectividade e sem apoio administrativo. Essa vivência levou-a a questionar por que razão profissionais que passam até 12 horas por dia em deslocações ainda precisam de sacrificar noites e fins-de-semana para tratar de burocracia. Posteriormente, já em engenharia informática, durante o mestrado no Instituto Superior Técnico, Carolina desenvolveu, com uma equipa multidisciplinar, uma ferramenta de IA para apoio ao diagnóstico de asma equina através de vídeo. Ao divulgar esse projeto e ao conversar com veterinários de ambulatório, percebeu que estes profissionais trabalham frequentemente sozinhos e enfrentam uma carga administrativa esmagadora.
A tecnologia por trás da VetFala
Do ponto de vista tecnológico, a engenheira informática explicou que a VetFala combina reconhecimento automático de fala, adaptado ao português de Portugal, com modelos de linguagem de grande escala (LLMs) treinados com vocabulário veterinário especializado. A primeira tecnologia transforma o áudio das consultas em texto, enquanto o modelo de linguagem organiza a informação em relatórios estruturados, de acordo com o formato preferido por cada veterinário. O mesmo sistema identifica procedimentos realizados, associa preços para faturação e deteta menções a agendamentos futuros, sem que o clínico tenha de interromper a consulta para escrever.
Segundo Maria Carolina Gomes, as funcionalidades mais utilizadas são a geração automática de relatórios e a extração de atos clínicos para faturação, por serem as que mais tempo poupam. A estudante de doutoramento destaca, igualmente, a capacidade da aplicação para converter linguagem coloquial em terminologia científica padronizada, permitindo que o veterinário fale naturalmente durante a consulta, mas obtenha documentos com qualidade técnica adequada para partilha com clientes ou colegas.
Relativamente à integração no dia a dia do médico veterinário, a fundadora da VetFala explica que a app foi desenhada para funcionar em modo mãos-livres e adaptar-se ao ritmo do trabalho de campo. “O veterinário pode gravar o resumo da consulta logo após o atendimento, durante a deslocação para o próximo cliente ou, se preferir, durante a própria consulta. A aplicação identifica diagnósticos, procedimentos e necessidades de seguimento, sincronizando ainda a informação com o Google Calendar. No final, o relatório e a fatura ficam prontos para envio imediato ao cliente”, adianta.
Quanto ao impacto na carga de trabalho, Carolina estima que a automatização poderá poupar, em média, cerca de 10 minutos por consulta, o que, ao longo de um dia com várias visitas, se traduz numa redução significativa do tempo dedicado a tarefas administrativas. Um benefício não é apenas imediato: ao permitir que cada consulta fique documentada de imediato, a aplicação reduz a carga mental associada à necessidade de recordar detalhes clínicos horas mais tarde. “Vários utilizadores relataram que isso lhes permite desligar do trabalho no final do dia, algo que anteriormente consideravam difícil ou impossível. Por outro lado, o envio quase imediato de relatórios e faturas pode melhorar a perceção de profissionalismo por parte dos clientes e facilitar o pagamento atempado”, sublinha.
  “A VetFala é um projeto desenvolvido por quem conhece a profissão por dentro e que o objetivo é devolver tempo e tranquilidade aos médicos veterinários, permitindo-lhes concentrar-se no cuidado animal”
Maria Carolina Gomes, engenheira informática e fundadora da VetFala
Continuidade de cuidados assegurada
Em termos clínicos, a VetFala tem sido particularmente relevante para garantir a continuidade dos cuidados, sustenta Carolina Gomes. “A cada visita, é gerado um relatório completo, permitindo ao veterinário aceder rapidamente ao histórico do animal em visitas subsequentes. Isso é especialmente importante no ambulatório, onde se acompanham muitos animais diferentes e nem sempre existe um sistema centralizado de registos”, refere, exemplificando com casos de patologia respiratória recorrente, em que o acesso rápido a tratamentos anteriores, doses utilizadas e evolução clínica permite decisões terapêuticas mais informadas.
Sobre o feedback dos utilizadores, a fundadora da VetFala diz que a simplicidade de utilização é o aspeto mais elogiado. Entre as sugestões recebidas, destaca a necessidade de maior controlo financeiro, o que levou à implementação de funcionalidades como o registo do estado de pagamento e a diferenciação automática de taxas de IVA.
Segundo a responsável, a VetFala distingue-se por ter sido pensada especificamente para veterinários de ambulatório e profissionais independentes. Ao contrário de muitas soluções de transcrição, a aplicação não se limita a converter voz em texto, mas integra documentação clínica, faturação e organização de agenda numa solução leve e móvel, destinada a complementar ou substituir notas dispersas.
De acesso gratuito e internacionalização na mira
Quanto ao futuro, a engenheira informática antecipa que o foco desta app que, por ora, é de acesso gratuito – para que possa ser testada sem barreiras e evoluir com contributos da comunidade veterinária – passa pela internacionalização, com suporte para mais idiomas e integração com softwares de faturação certificada. Estão atualmente a ser exploradas funcionalidades como alertas automáticos para seguimentos pendentes e análise de tendências nos dados clínicos, com o objetivo de gerar valor clínico adicional a partir da documentação já recolhida, avança. No âmbito do doutoramento que está a desenvolver, Carolina investiga também formas de utilizar o feedback dos veterinários para melhorar continuamente os modelos de IA, garantindo validação científica das abordagens antes da implementação.
A engenheira informática acredita que a IA não substituirá os veterinários, mas que “os profissionais que souberem utilizá-la terão vantagens claras em termos de tempo, organização e redução de stress”. Como tal, aconselha os veterinários a experimentarem novas ferramentas “com abertura, mas também com espírito crítico”, reforçando a importância do feedback clínico na construção de soluções realmente úteis.
Maven 24/7 Pet Care: Um “assistente digital 24×7” para cada paciente
Ao serviço do veterinário, mas particularmente ao lado do tutor, está a Maven 24/7 Pet Care, com uma abordagem claramente orientada para a monitorização contínua, análise de dados e IA aplicada à saúde animal. Com formação em engenharia biomédica e especialização em big data e telemedicina, Guilherme Coelho, fundador e CEO da Maven, explica que na génese desta app está a transposição de modelos já consolidados na medicina humana – nomeadamente na monitorização remota de doentes crónicos – para o contexto veterinário, onde a ausência de comunicação verbal por parte do paciente torna a deteção precoce de doença particularmente desafiante.
Enquanto tutor, Guilherme viveu a experiência de só se aperceber de que o seu cão apresentava um problema quando os sinais clínicos já eram evidentes. Essa situação levou-o a questionar quantas alterações subtis teriam ocorrido nas semanas ou meses anteriores sem serem detetadas. Em paralelo, o contacto com médicos veterinários reforçou a perceção de que grande parte do ato clínico depende da comunicação com o tutor, frequentemente baseada em perceções subjetivas e memórias imprecisas. A Maven surge, assim, com o objetivo de colmatar essa lacuna, oferecendo aquilo que Guilherme Coelho descreve como um “assistente digital 24×7 para animais de companhia”.
Sensor, app e IA: Três camadas de dados integrados
A Maven consiste então numa solução que assenta num sensor vestível de pequenas dimensões, colocado na coleira de cães e gatos, que recolhe continuamente dados sobre atividade, padrões de sono, frequência cardíaca, frequência respiratória, ingestão de água e comportamentos como o prurido. Estes dados são analisados por um sistema de IA (designado AIVet) que aprende o padrão individual de cada animal e identifica desvios face ao que é considerado normal para aquele paciente específico.
Para além do sensor, a plataforma integra uma aplicação móvel onde os tutores podem registar eventos relevantes, como alterações alimentares, vómitos, medicação, visitas ao veterinário ou mudanças de rotina. O sistema pode ainda incorporar dados contextuais, como condições ambientais, e, quando existe integração com a clínica, informação proveniente do historial médico.
No centro deste ecossistema está o chamado Micropet Model, um modelo dinâmico que combina dados sensoriais com conhecimento clínico validado por veterinários. Segundo Guilherme Coelho, um dos principais desafios tecnológicos é converter dados técnicos – como variações de movimento ou alterações térmicas – em indicadores clinicamente interpretáveis. O objetivo é que métricas como letargia, alterações do sono ou polidipsia surjam já estruturadas numa linguagem familiar para o médico veterinário.
Um dos pontos mais sublinhados pelo CEO da Maven é a forma como este tipo de tecnologia pode transformar a interação clínica. Em vez de depender exclusivamente de respostas vagas a perguntas como “tem bebido mais água?” ou “anda mais parado?”, o veterinário passa a dispor de dados objetivos, recolhidos ao longo de semanas ou meses, no ambiente natural do animal.
A Maven disponibiliza um portal específico para veterinários, onde é possível consultar tendências, alertas e resumos clínicos. Estes dados podem ser usados em contexto de consulta, mas também no acompanhamento remoto de doentes crónicos. Guilherme Coelho explica que a plataforma permite gerar resumos pré-consulta, destacando períodos em que ocorreram alterações relevantes, o que pode otimizar o tempo clínico e direcionar mais rapidamente o raciocínio diagnóstico.
A monitorização contínua é particularmente relevante em patologias crónicas como osteoartrite, doença cardíaca, alergias ou diabetes. Nestes casos, os dados permitem avaliar a resposta a terapêuticas, ajustar doses de medicação e detetar precocemente descompensações. Segundo o responsável, trata-se de um ciclo de feedback permanente entre dados, tutor e veterinário, aproximando a prática veterinária de um modelo de medicina personalizada.
“Na Maven 24/7 Pet Care apostamos na validação científica como um fator diferenciador. Numa numa área onde proliferam dispositivos de monitorização de bem-estar com menor enquadramento clínico, este é um dispositivo de grau clínico, concebido desde a origem para integrar o ecossistema da prática veterinária”
Guilherme Coelho, fundador e CEO da Maven 24/7 Pet Care
Evidência científica e validação clínica
Guilherme Coelho destaca que a credibilidade da solução tem sido suportada por estudos clínicos desenvolvidos em colaboração com instituições académicas na Europa e nos Estados Unidos da América, apontando ensaios em que o sistema conseguiu detetar alterações associadas a problemas articulares antes da sua identificação em consulta, bem como estudos que demonstraram elevada precisão na monitorização da frequência respiratória – um parâmetro crítico em doenças cardíacas e respiratórias.
Esta aposta na validação científica é apresentada como um elemento diferenciador, numa área onde proliferam dispositivos de monitorização de bem-estar com menor enquadramento clínico. O responsável descreve a Maven como um dispositivo de “grau clínico”, concebido desde a origem para integrar o ecossistema da prática veterinária.
Adoção gradual e papel crescente dos tutores
No que diz respeito à adoção, Guilherme Coelho reconheceu que a integração de novas tecnologias na rotina clínica é um processo progressivo. Muitos veterinários chegam à plataforma através dos próprios tutores, que demonstram interesse em partilhar os dados recolhidos. O acesso ao portal profissional é disponibilizado sem custos para o veterinário quando autorizado pelo tutor, numa estratégia que procura reduzir barreiras à utilização. O feedback descrito tem sido cada vez mais positivo, sobretudo à medida que cresce a evidência clínica e o contacto com casos reais. Ainda assim, o CEO da Maven reconhece que a mudança de paradigma exige tempo, formação e adaptação dos fluxos de trabalho.
Olhando para o futuro, a empresa planeia alargar o leque de parâmetros monitorizados, incluindo ingestão alimentar, deteção de convulsões, análise de marcha e estimativas de gasto calórico. O foco mantém-se na geração de dados contínuos e em evidência do mundo real que possa apoiar decisões clínicas.
Para Guilherme Coelho, a digitalização e a monitorização remota serão componentes cada vez mais presentes na medicina veterinária. Para além do impacto na qualidade dos cuidados e na deteção precoce de doença, acredita que estas ferramentas podem contribuir para otimizar o tempo clínico e reduzir a pressão sobre os profissionais, num contexto em que o burnout e a escassez de veterinários são desafios reconhecidos a nível global.
Neste cenário, apps, sensores e sistemas de IA deixam de ser apenas ferramentas de bem-estar para tutores e assumem-se como potenciais aliados clínicos, integrados numa nova fase da medicina veterinária baseada em dados, continuidade de informação e maior proximidade entre a vida diária do animal e a decisão médica.
Lumivis: IA como apoio ao raciocínio clínico veterinário
Com uma perspetiva iminentemente clínica, desde o início que a visão da Lumivis não foi apenas melhorar a eficiência, mas apoiar o médico veterinário no momento inicial da decisão clínica. Ana Monteiro, cofundadora do projeto, defende que o objetivo é reduzir a incerteza e tornar a abordagem mais consistente, especialmente para o clínico generalista.
Assim, a tecnologia desta app “foi pensada para valorizar o papel do veterinário e estar ao seu serviço, e não o contrário”, afirma a responsável. Além de apoiar o pré-diagnóstico e a avaliação de risco, a plataforma contribui também para uma comunicação mais clara com os tutores, ajudando a explicar hipóteses clínicas, necessidade de exames e próximos passos.
A Lumivis nasceu, então, do contacto direto com a realidade dos consultórios veterinários e das dificuldades sentidas, sobretudo, nas fases iniciais de avaliação clínica. Ana Monteiro explica que a ideia surgiu ao observar que, em áreas como Oftalmologia e Dermatologia, os clínicos generalistas enfrentam frequentemente incertezas logo no primeiro contacto com o caso.
Segundo a responsável, é comum surgirem dúvidas na avaliação da gravidade, na priorização de exames e na decisão sobre quando referenciar um animal para um especialista. “Estas decisões são muitas vezes tomadas com informação limitada e sob pressão de tempo”, refere Ana Monteiro, sublinhando que a Lumivis foi criada para apoiar precisamente esse momento crítico do pré-diagnóstico, ajudando a estruturar a avaliação clínica e a reforçar a confiança na decisão inicial, sem nunca substituir o julgamento do veterinário.
Desafios técnicos e clínicos e alguma resistência “natural”
O desenvolvimento da plataforma trouxe desafios técnicos e clínicos significativos. Ana Monteiro recorda que, do ponto de vista tecnológico, foi necessário trabalhar com dados clínicos reais, muitas vezes heterogéneos e incompletos, garantindo que os modelos de inteligência artificial fossem robustos e clinicamente relevantes.
Mas o maior obstáculo, diz, foi transformar o raciocínio médico – complexo, contextual e muitas vezes intuitivo – em sistemas úteis no dia a dia, sem simplificações excessivas. A par disso, a adoção por parte dos profissionais também exigiu atenção. “Existe uma resistência natural à utilização de inteligência artificial na prática clínica”, admite, acrescentando que, por isso, a ferramenta está atualmente a ser testada em ambiente controlado por especialistas e clínicos generalistas.
Do ponto de vista tecnológico, João Prior, também fundador da Lumivis, explica que a plataforma combina modelos de IA generativa com conhecimento clínico desenvolvido internamente. “A Lumivis utiliza IA para analisar imagens clínicas e dados estruturados, como histórico e sinais clínicos”, refere. No entanto, sublinha que o verdadeiro diferencial está na integração de regras clínicas, critérios de diagnóstico diferencial e mecanismos de validação baseados em mais de 15 anos de experiência prática em Oftalmologia e Dermatologia veterinária.
A plataforma recorre ainda a um sistema próprio de Retrieval-Augmented Generation (RAG), ligado a uma base de conhecimento científica curada pela equipa. “Em cada caso, o sistema recupera automaticamente literatura científica relevante, garantindo que as sugestões são fundamentadas em evidência atual”, explica João Prior.
A tecnologia foi desenhada para funcionar de forma autónoma, sem necessidade de integração com sistemas de gestão clínica, o que permite uma adoção imediata nas clínicas.
“A Lumivis utiliza IA para analisar imagens clínicas e dados estruturados, como histórico e sinais clínicos. O seu verdadeiro diferencial está na integração de regras clínicas, critérios de diagnóstico diferencial e mecanismos de validação baseados em mais de 15 anos de experiência prática em oftalmologia e dermatologia veterinária”
João Prior, cofundador da Lumivis
O que distingue a Lumivis
João Prior destaca que a Lumivis se posiciona como ferramenta de apoio ao pré-diagnóstico, reforçando o raciocínio do veterinário em vez de fornecer decisões automáticas. A app integra imagem clínica com dados básicos do caso, permitindo uma análise contextualizada, particularmente útil em Oftalmologia e Dermatologia.
Além disso, foi desenhada para se integrar de forma simples no fluxo real da consulta e inclui a possibilidade de apoio por especialistas. “A tecnologia funciona sempre como complemento e nunca como substituto da decisão clínica”, frisa.
Entre os principais pontos fortes apontados por Ana Monteiro estão a rapidez e estruturação do pré-diagnóstico, a combinação de dados clínicos com imagem, a emissão de alertas automáticos para sinais de gravidade e a sugestão de exames ou referenciação. A cofundadora salienta ainda a consistência entre profissionais, a facilidade de utilização e o facto de a ferramenta poder ser usada de forma autónoma. “A Lumivis foi desenhada para aprender continuamente com o uso clínico real”, acrescenta.
Numa fase inicial, a Lumivis foi desenvolvida especificamente para Oftalmologia e Dermatologia de pequenos animais, áreas com forte componente visual e grande variabilidade de apresentação clínica. Ana Monteiro explica que este foco permitiu treinar e validar a tecnologia com maior precisão, estando a arquitetura preparada para uma futura expansão a outras áreas da medicina veterinária.
O feedback dos profissionais que já testam a ferramenta tem sido encorajador. Segundo a cofundadora, os utilizadores referem maior estruturação do raciocínio clínico e mais confiança na decisão inicial. “Muitos destacam uma redução da indecisão no início da consulta e uma comunicação mais clara com os tutores”, relata.

Direitos Reservados 


