A dor causada por esta doença em cães é semelhante à dos humanos e pode aumentar ao longo de semanas e meses à medida que o cancro vai progredindo, afetando a capacidade motora e a qualidade de vida dos animais.
O tratamento típico do cancro ósseo em cães é feito à base de opióides, esteroides e radiação paliativa. O estudo agora divulgado foi conduzido em 70 cães, dos quais metade foi submetida à administração de neurotoxina P-saporin e ao tratamento típico. Aos restantes animais não foi administrada a toxina, tendo sido submetidos apenas ao tratamento típico.
Após seis semanas do início do estudo, 74% dos cães do grupo sem injeção de neurotoxina tiveram que ajustar a terapêutica para a dor. Apenas 24% dos cães que levaram injeção de toxina tiveram essa necessidade.
Os investigadores defendem que os resultados são promissores tanto para cães, como para humanos.

