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LETI Pharma alerta para a gravidade da leishmaniose canina com ação de sensibilização em Lisboa

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A leishmaniose canina continua a ser uma das doenças mais graves e negligenciadas que afeta os cães em Portugal, tendo a seroprevalência da infeção quase duplicado no País nos últimos 10 anos, passando de 6,3%, em 2009, para 12,5%, em 2021. Para alertar a população sobre os perigos desta zoonose potencialmente mortal, a LETI Pharma promove uma ação de street marketing com um flebótomo gigante — o inseto transmissor da doença — na cidade de Lisboa, no dia 24 de maio.

A leishmaniose, transmitida pela picada do flebótomo, não afeta apenas os animais: é também uma doença zoonótica, ou seja, pode ser transmitida aos humanos. A presença do flebótomo, “mosquito” portador da Leishmania, tem aumentado nas cidades portuguesas nos últimos anos e estima-se que muitos cães estejam infetados sem diagnóstico, o que representa um risco adicional tanto para os próprios animais como para a saúde pública.

 

Com esta ação, inserida na campanha Ibérica “Por um Mundo Sem Leishmaniose”, a LETI Pharma pretende “tornar visível o invisível, alertando para a crescente ameaça que representa a Leishmaniose para animais e humanos dentro da própria cidade e, assim, mobilizar os tutores para que protejam os seus companheiros de quatro patas”, informa a empresa em comunicado. O flebótomo gigante vai, assim, circular em locais estratégicos para sensibilizar tutores e cidadãos para a importância da prevenção, diagnóstico precoce e tratamento adequado da leishmaniose.

De acordo com a LETI Pharma, “apesar de ser endémica na Península Ibérica, a leishmaniose ainda é uma doença desconhecida por muitos tutores. Queremos mudar isso com informação e presença no terreno”.

 

Durante a ação, será distribuído material educativo sobre como proteger os cães e prevenir a propagação da doença.

 

 
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