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Animais de Companhia

Os mitos da desparasitação dos animais de companhia

O médico veterinário, Octávio Carraça Pereira, lembra que a desparasitação “é importante tanto para a saúde dos nossos animais, como para a nossa”.

No âmbito do Dia Mundial do Animal (4 de outubro), o médico veterinário da Boehringer Ingelheim, Octávio Carraça Pereira, lembra, em comunicado, que a desparasitação “é importante tanto para a saúde dos nossos animais, como para a nossa”.

O profissional menciona os mitos mais frequentes sobre o procedimento, nomeadamente:

  • “O meu cão/gato não vai à rua, por isso não precisa fazer desparasitação”;
  • “Uma vez por ano é suficiente”;
  • “Dou ao meu animal de estimação o mesmo que dá o meu vizinho (familiar, amigo ou que vi na internet)”.

Octávio Carraça Pereira lembra que os animais diferem entre si e cada um tem as suas necessidades, características e hábitos específicos. Assim, “é preciso perceber que desparasitar é uma medicação e as medicações devem ser feitas de acordo com as necessidades de cada animal e sempre sob orientação médico-veterinária”, avisa.

O médico veterinário explica ainda que os animais quando parasitados podem sofrer de anemia, perda de peso entre outros problemas de saúde. Além disso, os parasitas produzem e/ou disseminam formas que contaminam o ambiente e através das quais vão atingir outros animais, podendo também infetar/infestar os humanos. Nestes, podem causar problemas como as “Febres da Carraça”, Leishmaniose, problemas alérgicos, oculares e cutâneos, tanto em crianças como em adultos, situações bem documentadas e com consequências muitas vezes graves, refere Octávio Pereira.

“Todos os animais devam ser desparasitados pelo menos contra pulgas e carraças, mensalmente, e ao longo de todo o ano”, apela o profissional.

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