Com todos os pormenores acertados entre os ministérios do Ambiente de Portugal e Espanha, bastando apenas a assinatura, este protocolo prevê que em três anos Portugal prepare um habitat para receber o lince na natureza.
Segundo adiantou o responsável à agência “Lusa”, «ainda estamos a estudar os locais, mas posso dizer que estamos a avaliar as zonas da reserva da Malacata, do Vale do Guadiana e a zona de Barrancos». Para poder viver em liberdade é necessário assegurar uma quantidade suficiente de coelho-bravo, a principal presa do lince.
Com capacidade para receber 16 animais, o centro deverá começar a receber linces-ibéricos em Setembro. Considerado o felino mais ameaçado do mundo, não é avistado em Portugal desde 2001.
Foto de "Programa de Conservación Ex-situ del Lince Ibérico www.lynxexsitu.es"

