Pela primeira vez, foi possível quantificar de forma precisa a perda de células beta que produzem insulina em cães que sofrem da doença e comparar com a perda registada em pessoas com diabetes I.
“A arquitetura do pâncreas canino nunca tinha sido estudada ao detalhe como é feito neste trabalho”, refere Rebecka Hess, uma das autoras do estudo. Os resultados agora divulgados mostram que apesar das diferenças da doença entre humanos e cães, as semelhanças encontradas podem permitir investigar a diabetes em cães podem de forma a conseguir insights valiosos para o tratamento de humanos.
Para saber mais sobre os fatores que contribuem para a diabetes canina, os cientistas utilizaram um repositório de amostras de tecido do pâncreas de cães: 23 com diabetes e 17 sem diabetes. Posteriormente, os cientistas recorreram a microscópios para fazer imagens do tecido, que mais tarde foi analisado através de computadores.
Os resultados já estão disponíveis para consulta online.

