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Aquamuseu do Rio Minho acolhe lontra proveniente de programa de investigação

O Aquamuseu do Rio Minho [1] acolheu uma lontra fêmea, de forma gratuita e definitiva, ao abrigo do Protocolo de Cooperação Científica entre o Município de Vila Nova de Cerveira e a Estação Biológica Internacional Douro-Duero. O animal [2] chegou, no dia 9 de agosto, a Vila Nova de Cerveira, transferida do Parque do Douro Internacional (Miranda do Douro).

Em comunicado, o Município de Vila Nova de Cerveira explica que a lontra, nascida em cativeiro no dia 1 de junho de 2020 e filha de um casal de lontras oriundas de Alcobaça, encontra-se agora em fase de adaptação ao seu novo habitat.

 

Para além da componente científica, associada ao estudo do comportamento destes animais em cativeiro, “o Aquamuseu do Rio Minho pretende sensibilizar o público que o visita para a importância da qualidade da água e das margens dos rios e dos ribeiros para a sobrevivência das lontras, bem como alertar para os riscos associados à introdução de mamíferos exóticos”.

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O Município de Vila Nova de Cerveira, assinou, no passado dia 15 de junho, um Protocolo de Cooperação Científica com Estação Biológica Internacional Douro-Duero. Em sequência do protocolo, ambas as entidades se comprometeram a levar a cabo um trabalho de cooperação científica e de investigação partilhada nos rios transfronteiriços Minho e Douro, com intercâmbio de dados na monitorização dos seus ecossistemas aquáticos.

O Município de Vila Nova de Cerveira, através do Aquamuseu do Rio Minho, pretende divulgar o património natural da Bacia Hidrográfica do Rio Minho e o património cultural associado à pesca artesanal do Rio Minho internacional. Já a Estação Biológica Internacional Duero-Douro é uma organização luso-espanhola para conservação dos espaços naturais transfronteiriços.