Investigação

Lush premeia ciência que não usa animais para testes

Lush premeia ciência que não usa animais para testes

A Lush, marca que produz cosméticos feitos de forma artesanal e com produtos frescos, como frutícolas, lançou mais uma edição do ‘Lush Prize’, um concurso que premeia projetos de investigação científica que não recorrem a animais para testes.

Ao longo de sete edições, esta competição já atribuiu mais de 20 milhões de euros a projetos de investigação que apoiam testes sem animais. Em 2017, o grande vencedor foi um grupo de investigadores da Universidade de Harvard, nos EUA, que construiu um ‘organ-on-a-chip’ humano através da utilização de impressoras 3D com células humanas vivas.

De acordo com a organização, para além de projetos científicos que não utilizam animais em testes também podem ser premiados “grupos que fazem lobby político para mudança na lei que requer uso de animais nos testes de segurança”.

De acordo com Rob Harrison, diretor do Lush Prize, “o Lush Prize reconhece que, para se chegar a um futuro onde temos uma abordagem mais humana e confiável quanto aos testes de segurança de químicos, precisamos de ter pessoas envolvidas em todos os campos, desde as campanhas e formação, até à mais avançada ciência ou nos lobbys. O Lush Prize é o único programa que compreende todas estas áreas. As nomeações estão abertas durante um curto período de tempo, entre abril e o início de julho deste ano, por isso diz-nos se conheces um projeto, teu ou de outros, que pensas ser um potencial vencedor para 2018”.