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KimiSciences inaugura unidade em Vendas Novas

KimiSciences inaugura unidade em Vendas Novas

A KimiSciences, marca do grupo nacional Kimipharma, lançou recentemente no Parque Industrial de Vendas Novas a primeira pedra da sua unidade de produção de suplementos e medicamentos veterinários para o grupo e terceiros. “Esperamos ter a fábrica concluída até final deste ano e começar a produção no primeiro trimestre de 2018”, disse à VETERINÁRIA ATUAL o diretor-geral do grupo.

Jorge Lucas adiantou-nos que “vamos produzir inicialmente suplementos alimentares veterinários e depois medicamentos veterinários para a Kimipharma, mas também já temos contratos com outras marcas”. E adianta: “dentro de seis meses a um ano temos tudo planeado para entrarmos também no mercado da saúde humana”.

A KimiSciences está já incubada na StartUp Alentejo, em Vendas Novas, e emprega três técnicos especializados “dos oito que prevemos vir a ter, num total de cerca de 30 colaboradores”, afirma o responsável, adiantando que o investimento total nesta unidade, que vai ter o selo GMP (Good Manufacturing Pratices), vai ultrapassar os três milhões de euros.

Produção própria e para terceiros

A Kimipharma é uma empresa nacional criada em 2009 que vende – em Portugal e Espanha – medicamentos veterinários e suplementos alimentares veterinários de marca própria (como o KimiAdapt, o KimiDerm e o KimiMove, entre outros produtos), mas também é a representante em Portugal da italiana Candioli.

KimiSciences inaugura unidade em Vendas Novas

Jorge Lucas explica-nos que “nesta altura, os nossos produtos são produzidos em vários países europeus, mas quando a KimiSciences estiver operacional vamos concentrar tudo em Vendas Novas (numa localização privilegiada a cerca de 30 minutos de Lisboa, com excelentes acessos e condições) e estamos também a apostar em contratos de produção com marcas terceiras”.

O diretor-geral conta ainda que a unidade industrial da KimiSciences vai permitir ao grupo aumentar a exportação dos produtos Kimipharma, que nesta altura se faz apenas para Espanha, estando já em negociações com vários países.

A unidade produtiva vai desenvolver atividades integradas nas chamadas ‘indústrias altamente tecnológicas’, pelo que o projeto está enquadrado nos setores intensivos em tecnologia: CAE 20 (média-alta tecnologia) e CAE 21 (alta tecnologia), apostando também no desenvolvimento de “produtos inovadores e diferenciadores, orientados para suprir as necessidades em diversas áreas da saúde animal e posteriormente da saúde humana”, segundo a empresa.