Investigação

Cientistas identificam 25 sinais que indicam dor em gatos

gato deitado - Veterinária Atual

Um grupo de investigadores da Universidade de Lincoln, no Reino Unido, apoiados pela ONG ‘Feline Friends’, publicou recentemente um estudo na revista científica PLOS One que identifica 25 sinais que podem indicar que um gato está a sentir dor.

De acordo com o ScienceDaily, esta é a primeira vez que vários especialistas em medicina veterinária de felinos chegam a acordo para a criação de uma lista desta natureza, contando-se entre os subscritores com alguns especialistas em medicina interna, anestesiologistas, oncologistas, especialistas em comportamento, dermatologistas, oftalmologistas e neurologistas.

A lista agora publicada pode ajudar a identificar sinais importantes que mostrem que o animal está em sofrimento e consequentemente ajudar a reduzir a dor graças a um diagnóstico mais rápido.

Depois de vários processos de análise de comportamentos, os cientistas descobriram que entre os sinais que indicam dor em gatos, e que foram categorizados como ‘suficientes’, estão sintomas como: falta de asseio, postura curvada, evitar áreas luminosas, mudanças no comportamento alimentar ou dificuldade em saltar.

Depois de vários processos de análise de comportamentos, os cientistas descobriram que entre os sinais que indicam dor em gatos, e que foram categorizados como ‘suficientes’, estão sintomas como: falta de asseio, postura curvada, evitar áreas luminosas, mudanças no comportamento alimentar ou dificuldade em saltar.

Os sinais de dor em gatos identificados no estudo foram divididos em duas categorias: ‘suficientes’, sinais que indicam que o gato tem dor, ou ‘necessários’, sinais que devem estar presentes para se poder concluir que o gato está em dor.

Depois de vários processos de análise de comportamentos, os cientistas descobriram que entre os sinais que indicam dor em gatos, e que foram categorizados como ‘suficientes’, estão sintomas como: falta de asseio, postura curvada, evitar áreas luminosas, mudanças no comportamento alimentar ou dificuldade em saltar.

Daniel Mills, um dos autores do estudo agora publicado, explica que “tanto os donos de gatos, como os veterinários conseguem reconhecer muitas mudanças de comportamento em gatos que estão relacionadas com a dor. Contudo, os donos de animais nem sempre reconhecem a relevância clínica daquilo que observam. Por exemplo, podem considerar essas mudanças como uma parte inevitável e natural do envelhecimento e não as reportarem ao veterinário até que esses comportamentos se tornem severos. Esperamos que a apresentação uma lista de critérios mais objetivos, que se relacionam com sinais específicos de dor, possa ajudar a melhorar a capacidade dos donos de gatos e dos veterinários para os reconhecerem.”

Leia o artigo científico.